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Como a inteligência cognitiva vai mudar o mundo

fevereiro 23, 2018

Todo mundo está falando sobre inteligência artificial, também conhecida em sua forma abreviada, AI (do inglês artificial intelligence). Mas você sabe do que se trata e qual seu impacto em nossas vidas?

A definição de inteligência artificial caracteriza-a como um ramo da tecnologia que trata da automação de comportamentos inteligentes. Aqui está a parte difícil: uma vez que você não pode definir precisamente a inteligência humana, a inteligência artificial também não pode ser definida exatamente. De um modo geral, o termo é usado para descrever sistemas cujo objetivo é usar máquinas para imitar e simular a inteligência humana e o comportamento correspondente. Isso pode ser feito com algoritmos simples e padrões pré-definidos, mas também pode se formar com métodos muito mais complexos.

As máquinas estão se tornando capazes de pensar e compreender a linguagem natural dos humanos, como a voz, texto, imagem e outros dados considerados desestruturados. O surgimento do sistema cognitivo veio para marcar uma nova era na computação, porque, diferente do modelo defasado com informações pouco aproveitadas, o computador equipado por algoritmos de aprendizados resulta em uma tecnologia capaz de interpretar esses dados, gerando lógicas e insights a partir da estruturação e cruzamento da informação.

Estamos vivendo a 4ª Revolução Industrial e a previsão de especialistas é de que sistemas cognitivos e AI vão movimentar US$ 47 bilhões em 2020. As empresas estão obtendo benefícios como redução de custo operacional, melhoria na eficiência, automatização de processos, otimização de preços, entre outros.

A inteligência artificial já está sendo usada em muitas áreas, mas nem todas elas são tão viáveis à primeira vista. Os mecanismos da inteligência artificial são excelentes para detectar, identificar e classificar objetos e pessoas em imagens e vídeos. Se a informação da imagem é descriptografada, as fotos e os vídeos podem ser facilmente divididos em categorias, pesquisadas ​​e encontradas. Esse reconhecimento também é possível para dados de áudio.

Os algoritmos de pesquisa como os do Google são são calculados, medidos e produzidos por mecanismos que funcionam como um aprendizado para a máquina. Reconhecimento de voz, processamento de texto e verificadores de gramática são aplicações de AI simbólicas que têm sido usadas há muito tempo. A linguagem é definida como uma rede complexa de regras e instruções que analisa blocos de texto em uma frase e podem identificar e corrigir erros.  Essas habilidades também são usadas nas famosas assistentes de voz como a Siri, Cortana, Alexa ou a Assistente do Google.

Além disso, existem inúmeros projetos de pesquisa em inteligência artificial e o mais proeminente de todos pode ser o IBM Watson. O programa de computador já fez sua primeira estreia pública em 2011 no programa de tv americano Jeopardy, onde enfrentou dois candidatos humanos em testes de inteligência e acabou ganhando. Uma companhia de seguros japonesa já vem usando a Watson desde janeiro para verificar clientes segurados, baseando no seu histórico e dados médicos e avaliando lesões e doenças.

Atualmente essa tecnologia está ajudando também alguns departamentos de polícia pelo mundo na identificação de crimes. É o caso do estado da Carolina do Norte (EUA), que utiliza o programa SAS Visual Investigator para descobrir pistas e comportamentos suspeitos online que podem representar perigo para crianças. Isso acontece por meio da integração de dados da justiça criminal e de banco de dados da saúde pública.

A verdade é que as máquinas, apesar de muito úteis, são programadas e nós não. Os sentimentos, que atualmente apenas os seres humanos possuem, são o nosso grande diferencial. É improvável que, um dia, as máquinas substituam o homem; a função delas será de nos ajudar na ampliação da nossa capacidade cognitiva para que o progresso em diversas áreas aconteça.

Primeiro curso no mundo de computação cognitiva para crianças e adolescentes

Apesar de ser um conceito recente, já sabemos que a computação cognitiva trará grandes avanços tecnológicos em futuro mais próximo. É preciso preparar nossos alunos para que sejam protagonistas e façam parte desta evolução. Neste novo curso da Happy Code, nossos alunos serão criadores de um jogo de conscientização sobre a importância do uso seguro da internet. Voltado para crianças e adolescentes entre 10 e 14 anos, o curso ensina aos alunos conceitos de computação cognitiva, internet das coisas (IoT), inteligência artificial e eletroeletrônica. No decorrer do curso, as crianças desenvolvem habilidades como raciocínio lógico, resolução de problemas, criatividade, adaptação a novos desafios e trabalho em equipe. A partir do curso também serão capazes de construir aplicações e dispositivos inteligentes que utilizem computação cognitiva. Serão guiados em um projeto no qual aprendem lógica de programação com C#, Unity e integração com o IBM Watson. A ideia do game será validada por meio de técnicas de Design Thinking e ao final, apresentarão seu projetos.

Sobre a Happy Code

A Happy Code é uma escola de tecnologia e inovação, criada a partir da necessidade do ensino de competências digitais para uma geração que já nasceu conectada. Nosso método de ensino é baseado no conceito global STEM – Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática – que trabalha disciplinas fundamentais na formação de alunos mais preparados para lidar com os novos desafios da era digital.

Oferecemos cursos interativos de programação, desenvolvimento de games e aplicativos, robótica com drones, Internet das Coisas e mais, introduzindo os alunos a um ambiente inovador como o exigido pelo mundo atual. Por meio do aprendizado baseado em projetos, nosso conteúdo estimula o raciocínio, a criatividade e o pensamento crítico.

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